O que é?
n Forçar ou incitar uma criança ou um
jovem a tomar parte em atividades sexuais, estejam ou não cientes do que está
acontecendo.
n As atividades podem envolver contato
físico, incluindo atos penetrantes (por exemplo estupro ou sodomia) e atos não
penetrantes.
n Pode incluir atividades sem contato,
tais como levar a criança a olhar ou a produzir material pornográfico ou a
assistir a atividades sexuais ou encorajá-las a comportar-se de maneiras
sexualmente inapropriadas.
n O abuso sexual em crianças pode ser
violento, mas a maneira pela qual é infligido não envolve violência nenhuma. A
maioria dos abusos sexuais implica uma lavagem cerebral sutil da criança, que é
recompensada com agrados ou com mais amor e atenção ou, ainda, subornada para
se manter quieta
Alguns Mitos
n “Perigo dos estranhos” – 87% dos
casos, o abusador é alguém conhecido da criança e que tem confiança dela.
n “Mulheres não abusam de crianças” –
20% a 25% dos casos são perpetrados por mulheres. Ex.: mães, babás, m. +
velhas.
n “Todo abusador foi abusado na
infância” – 01 em cada 08 crianças sofreram abusos.
Estagios do aliciamento
n Selecionar a vítima (pais e crianças)
n Tornar-se amigo (pais e crianças)
n Confiança, relacionamento
n Envolver – comida, bebidas, diversão,
etc.
n Testar – segredos coisas inofensivas
n Isolar – “melhor amigo”, “amigo
especial”
n Toques acidentais – não sexuais
n Diminuir inibições - pornografia
n Manipular – atos sexuais
n Chantagem emocional
n Assediar sexualmente
n Reforçar o silêncio e o segredo
(ameaças, jogar com a culpa e o constrangimento)
n Término do relacionamento – não é
mais inocente e desejável, também não é mais da idade de preferência do pedófilo.
Sinais do Abuso Sexual
n Agir de uma maneira sexual inadequada
com brinquedos, objetos, outras crianças, adultos ou animais de estimação.
n Demonstrar conhecimento sexual e usar
linguagem sexual de maneira explícita.
n Comp. agressivo e ataques de raiva.
n Pesadelos ou problemas de sono.
n Mudanças de personalidade.
n Regressão a comportamento. (ex. xixi na cama)
n Aumento de comportamento. de segurança como
abraçar, segurar na mão e outros.
n Mudança de hábitos alimentares.
n Medos inexplicáveis (lugares, pessoas)
n Recusa de atividades sociais comuns.
n Recusa de ir à escola ou falta de
concentração.
n Alheia ou deprimida.
n Doenças físicas recorrentes sem
explicação.
n Feridas ou contusões em torno dos
genitais; D.S.T.
n Tornar-se reservada
n Relacionamentos exclusivos com
adultos ou com outras crianças.
n Acumular presentes ou dinheiro sem
que se possa determinar a procedência.
Observação:“Nenhum sinal isolado indica abuso. É
o conjunto de sinais e sintomas dentro do contexto do ambiente da criança que
precisa ser levado em conta.”
O que
fazer quando uma criança revela o Abuso?
n Ouça o que ela diz.
n Mesmo perturbado com o que a criança
revelou, não reaja de uma maneira que possa aumentar a angústia dela.
n A criança precisa saber que não é
culpada e que acreditam nela.
n Conceda à criança a oportunidade de
conversar sobre o que aconteceu mas não a pressione.
n Diga a criança que ela está agindo
corretamente ao conversar com você.
n Não a repreenda se o abuso ocorreu
porque ela desobedeceu a regras básicas, como passear em um lugar o qual você
não havia autorizado.
n Procure apoio (amigos, conselheiros,
profissionais, policiais, etc.)
n Crie segurança para que não aconteça
novamente e
AME MUITO!
Prevenção
do Abuso
n O melhor meio de evitar que nossos
filhos sofram abuso é dar a eles as crenças, habilidades e o ambiente
sustentador e aprovador para melhor protegê-los.
n Crenças: Seu corpo é algo privativo;
Sem segredos; Confie em seus sentimentos.
n Habilidades: Saber se impor.
n Ambiente de apoio: Diálogo,
confiança, proteção, informação, consciência.
Prevenção
na Igreja
n Promover atividades na Escola
Dominical, Culto Infantil ou outras para se falar sobre sexualidade com as
crianças.
n A igreja também pode promover
crenças, habilidades e ser um ambiente de apoio.
n Grupos de Intercessão para crianças.
n Criação de material de apoio – Ex.
Cartilha
n Restaurando do Abuso
n Compartilhar o fardo com alguém de
confiança – Tg. 5.16
n Entender a necessidade de compartilhar
enquanto houver dor, raiva, mágoa, (Jesus, amigos, grupos, aconselhamento,
profissionais, diários)
n Aceitar que a restauração é um
processo diário.
n Não se concentrar no passado,
Filip.3.12-16 e Gên.19.26.
n Aceitar a condição de vítima mesmo
que porventura durante o abuso tenha silenciado, concordado com alguma
atitude do abusador, ou mesmo experimentado prazer.
n Desligar-se da postura de vítima e
buscar em Deus a restauração da sua verdadeira identidade.
Fonte: Ministério Luz na Noite
www.luznanoite.com.br
Adaptado por Ministério Pi.



