quarta-feira, 12 de outubro de 2011

ABUSO SEXUAL






























O que é?


n  Forçar ou incitar uma criança ou um jovem a tomar parte em atividades sexuais, estejam ou não cientes do que está acontecendo.
n  As atividades podem envolver contato físico, incluindo atos penetrantes (por exemplo estupro ou sodomia) e atos não penetrantes.
n  Pode incluir atividades sem contato, tais como levar a criança a olhar ou a produzir material pornográfico ou a assistir a atividades sexuais ou encorajá-las a comportar-se de maneiras sexualmente inapropriadas.
n  O abuso sexual em crianças pode ser violento, mas a maneira pela qual é infligido não envolve violência nenhuma. A maioria dos abusos sexuais implica uma lavagem cerebral sutil da criança, que é recompensada com agrados ou com mais amor e atenção ou, ainda, subornada para se manter quieta

Alguns Mitos

n  “Perigo dos estranhos” – 87% dos casos, o abusador é alguém conhecido da criança e que tem confiança dela.
n  “Mulheres não abusam de crianças” – 20% a 25% dos casos são perpetrados por mulheres. Ex.: mães, babás, m. + velhas.
n  “Todo abusador foi abusado na infância” – 01 em cada 08 crianças sofreram abusos.

Estagios do aliciamento

n  Selecionar a vítima (pais e crianças)
n  Tornar-se amigo (pais e crianças)
n  Confiança, relacionamento
n  Envolver – comida, bebidas, diversão, etc.
n  Testar – segredos coisas inofensivas
n  Isolar – “melhor amigo”, “amigo especial”
n  Toques acidentais – não sexuais
n  Diminuir inibições - pornografia
n  Manipular – atos sexuais
n  Chantagem emocional
n  Assediar sexualmente
n  Reforçar o silêncio e o segredo (ameaças, jogar com a culpa e o constrangimento)
n  Término do relacionamento – não é mais inocente e desejável, também não é mais da idade de preferência do pedófilo.

Sinais do Abuso Sexual

n  Agir de uma maneira sexual inadequada com brinquedos, objetos, outras crianças, adultos ou animais de estimação.
n  Demonstrar conhecimento sexual e usar linguagem sexual de maneira explícita.
n   Comp. agressivo e ataques de raiva.
n   Pesadelos ou problemas de sono.
n   Mudanças de personalidade.
n   Regressão a comportamento. (ex. xixi na cama)
n  Aumento de comportamento. de segurança como abraçar, segurar na mão e outros.
n   Mudança de hábitos alimentares.
n   Medos inexplicáveis (lugares, pessoas)
n  Recusa de atividades sociais comuns.
n  Recusa de ir à escola ou falta de concentração.
n  Alheia ou deprimida.
n  Doenças físicas recorrentes sem explicação.
n  Feridas ou contusões em torno dos genitais; D.S.T.
n  Tornar-se reservada
n  Relacionamentos exclusivos com adultos ou com outras crianças.
n  Acumular presentes ou dinheiro sem que se possa determinar a procedência.

Observação:“Nenhum sinal isolado indica abuso. É o conjunto de sinais e sintomas dentro do contexto do ambiente da criança que precisa ser levado em conta.”


O que fazer quando uma criança revela o Abuso?

n  Ouça o que ela diz.
n  Mesmo perturbado com o que a criança revelou, não reaja de uma maneira que possa aumentar a angústia dela.
n  A criança precisa saber que não é culpada e que acreditam nela.
n  Conceda à criança a oportunidade de conversar sobre o que aconteceu mas não a pressione.
n  Diga a criança que ela está agindo corretamente ao conversar com você.
n  Não a repreenda se o abuso ocorreu porque ela desobedeceu a regras básicas, como passear em um lugar o qual você não havia autorizado.
n  Procure apoio (amigos, conselheiros, profissionais, policiais, etc.)
n  Crie segurança para que não aconteça novamente e
                                              AME MUITO!

Prevenção do Abuso

n  O melhor meio de evitar que nossos filhos sofram abuso é dar a eles as crenças, habilidades e o ambiente sustentador e aprovador para melhor protegê-los.
n  Crenças: Seu corpo é algo privativo; Sem segredos; Confie em seus sentimentos.
n  Habilidades: Saber se impor.
n  Ambiente de apoio: Diálogo, confiança, proteção, informação, consciência.

Prevenção na Igreja

n  Promover atividades na Escola Dominical, Culto Infantil ou outras para se falar sobre sexualidade com as crianças.
n  A igreja também pode promover crenças, habilidades e ser um ambiente de apoio.
n  Grupos de Intercessão para crianças.
n  Criação de material de apoio – Ex. Cartilha

n  Restaurando do Abuso

n  Compartilhar o fardo com alguém de confiança – Tg. 5.16
n  Entender a necessidade de compartilhar enquanto houver dor, raiva, mágoa, (Jesus, amigos, grupos, aconselhamento, profissionais, diários)
n  Aceitar que a restauração é um processo diário.
n  Não se concentrar no passado, Filip.3.12-16 e Gên.19.26.
n  Aceitar a condição de vítima mesmo que porventura durante o abuso tenha silenciado, concordado com alguma atitude do abusador, ou mesmo experimentado prazer.
n  Desligar-se da postura de vítima e buscar em Deus a restauração da sua verdadeira identidade.




Fonte: Ministério Luz na Noite

www.luznanoite.com.br



Adaptado por Ministério Pi.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

26 Razões para parar de ver pornografia

As seguintes consequências são o que acontece quando um cristão vê pornografia. A lista cobre uma grande área dos resultados negativos que a pornografia tem sobre um homem que é seguidor de Jesus.
  1. Alienação de Deus. Você não mais se sente próximo de Deus. Você não experimenta o poder de Deus. Você não mais tem a alegria de sua salvação.
  2. Cega você para as consequências. Temporariamente te desliga da sua caminhada com Deus, de seus relacionamentos com sua esposa, seus filhos e outros. Te cega sobre o que te acontecerá espiritual, física, emocional, mental, social, vocacional e relacionalmente.
  3. Cria expectativas irrealistas. Os homens começam a pensar que toda mulher deveria se parecer com aquelas e que esse tipo de relação é como seu relacionamento com sua esposa deve ser.
  4. Distorce sua visão do sexo. A pornografia te faz acreditar que o sexo é somente para o prazer do homem e que as mulheres são simplesmente objetos a serem usados, ao invés de criações de Deus que devem ser honradas e respeitadas.
  5. Nunca é o bastante. A pornografia tem um efeito crescente. Como uma droga, você precisa de mais e mais para satisfazer a lascívia. Ela te leva rapidamente a um caminho de destruição e para bem longe da paz, alegria, e relacionamentos saudáveis.
  6. Liberdade sobre o que você pensa e faz é perdida. Você se torna escravo de seus pensamentos pecaminosos que levam a atos pecaminosos.
  7. A culpa depois que você vê pornografia. Mas a culpa não é o suficiente para te prevenir de fazer na próxima vez.
  8. A sexualidade saudável é obscurecida pela pornografia. Sexo saudável é somente o sexo marital, que inclui sexo regular, sexo altruísta e sexo amoroso.
  9. Te isola e faz você se sentir totalmente sozinho e como o único que luta contra a pornografia e a lascívia.
  10. Ameaça seu relacionamento com sua esposa ou futura esposa (se você é solteiro), seu testemunho de Jesus Cristo, e tudo em sua vida que é importante para você. Você põe tudo isso em risco pela pornografia.
  11. Te mantém em um ciclo de autodestruição. A pornografia parece medicar a dor em sua vida, mas somente adiciona mais dor à dor. A pornografia te leva a fazer coisas que você nunca pensou que faria. O pecado te levará para mais longe que você gostaria. Ele te manterá mais longe que você gostaria. E te custará mais do que você gostaria de pagar.
  12. Lascívia – lascívia sexual pecaminosa – te leva a atos sexuais pecaminosos. Pornografia posta em sua mente é como colocar gasolina no fogo do desejo sexual errôneo, resultando em pensamentos e ações destrutivas.
  13. Mascara a verdadeira ferida. Você está procurando a cura e torna as coisas piores.
  14. Nunca é uma experiência neutra. Você não pode ver pornografia e não ser afetado por isso. Essa experiência é sempre inconsistente com a Palavra de Deus.
  15. Objetifica as mulheres. A pornografia as transforma em objetos sexuais. Ela sequestra a capacidade do homem de ver uma mulher mais velha como uma figura materna, uma mulher da mesma idade como uma irmã e uma mulher mais nova como a figura de uma filha.
  16. Traz um prazer muito curto, seguido por dor e mais dor.
  17. Abandonar torna-se a luta de uma vida. Uma vez que você permite que a pornografia entre, há uma batalha violenta com Satanás e com sua velha natureza para se vigiar. Uma vez que você permite que a pornografia entre em sua vida, sempre haverá uma batalha. É uma batalha vencível, mas uma batalha diária.
  18. Permanece em sua mente para sempre. Satanás mantém aquela imagem repetindo em sua mente para criar um ciclo de luxúria pecaminosa e te levar de volta à pornografia. Você se torna ligado a uma imagem, não a uma pessoa.
  19. A vergonha entra em sua vida. Culpa é sentir-se mal por algo que você fez. A vergonha, no entanto, é baseada em sentir-se mal por quem você é. A pornografia traz vergonha. Deus nunca traz vergonha. Satanás sempre traz vergonha.
  20. A confiança é perdida com as pessoas que você mais ama e respeita.
  21. Abre a porta para todo pecado sexual. A pornografia é um portal, uma entrada que traz nada de bom e tudo de doloroso, como masturbação compulsiva, desejos, práticas sexuais perigosas, visita a lugares adultos, uso de prostituição, práticas sexuais pervertida e abuso sexual.
  22. Viola mulheres. Como? Você está colocando seu selo de aprovação em uma indústria que degrada e desumaniza mulheres.
  23. Um convite para olhar para outras mulheres.
  24. Extingue a verdade. A pornografia promove a mentira. Você mente para os outros, mente para Deus e mente para si mesmo. Você mente mais para cobrir velhas mentiras. Você se torna uma mentira viva.
  25. Te liga a uma imagem. Você fica preso e ligado à imagem ao invés de sua esposa ou futura esposa se você é solteiro.
  26. Fecha seus lábios para o louvor a Deus, falar sobre sua fé, contar aos outros como eles podem experimentar Deus.
Fonte: IPródigo

sábado, 26 de março de 2011

Impulsionados Pelo Amor


“Amor” é uma palavra que nunca  sai de moda.
Mas muitos se esquecem que amor é mais que uma palavra. Amar é uma atitude.
O verdadeiro Amor não se resume em palavras, mas em atos.
Restauração Sexual também não se resume em palavras, ensinos ou até mesmo em um “milagre’, mas em atitudes.
Descubra em “Impulsionados pelo Amor”, históriais reais de pessoas que resolveram dar um novo rumo para suas vidas.
Descubra você também, nestas páginas, que Amor é este que põe uma vida de ponta cabeça.


O que faria alguém remar contra a maré, senão um grande Amor?

Abra seu coração, leia e apaixone-se!

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HOMOFOBIA: Não cabe ao Cristão Discriminar




Além de não poder praticar nem dar seu aval à conduta sexual adulterina e à homossexual, o cristão precisa aprender a arte da convivência com aqueles que as praticam. Por ter se comprometido espontaneamente com Cristo ao se converter, o cristão é membro de uma comunidade cristã e responsável por seu comportamento e testemunho. Porém, ele não é retirado do mundo, da sociedade no meio da qual vive. Segundo Paulo, o cristão não deve ficar separado dos não-cristãos, que vivem a seu bel-prazer. Para viverem separados, os cristãos “teriam de sair deste mundo” (1Co 5.10, NTLH), atitude com a qual Jesus não concorda. Na oração sacerdotal do Cenáculo, Jesus é claro: “Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno” (Jo 17.15, NTLH). Retirado do mundo, o cristão jamais seria “o sal da terra” e “a luz do mundo” (Mt 5.13-16).
Por uma questão de princípios, se o cristão não se retira da sociedade, ele tem de aprender a conviver com seus contemporâneos e vizinhos, sem se deixar influenciar ou enredar por eles. Convivência e conivência são coisas distintas: “convivência” é viver com outra pessoa; “conivência” é cumplicidade, colaboração, conluio.
Não cabe ao cristão discriminar, desprezar, odiar, maltratar, humilhar ou apedrejar o homossexual ou a lésbica, em uma sociedade em que há muitos outros desvios, como a injustiça, a avareza, o consumismo, a hipocrisia, a idolatria, o ódio, a vingança, a arrogância, a frivolidade e assim por diante. Cabe ao cristão conviver com todas essas pessoas, com temor e tremor, sem espírito de superioridade, reprovando todas essas coisas mais pela conduta do que pelas palavras.
O ensino de Paulo tem um valor imenso se o contexto for considerado. Não há concessão alguma ao desregramento sexual. No mesmo capítulo, o apóstolo é enfaticamente contrário à presença de certo indivíduo da comunidade cristã de Corinto que estava tendo relações com a mulher de seu pai (já morto ou não), provavelmente sua madrasta. Ele deveria ser temporariamente afastado dos privilégios da comunidade, até que sua natureza carnal fosse suplantada pela nova natureza (1Co 5.1-5). No capítulo seguinte, Paulo recorda que entre os membros fundadores da comunidade cristã havia ex-homossexuais ativos e ex-homossexuais passivos, bem como muitos outros ex-isto-e-aquilo (1Co 6.9-11).
Na comunidade, o critério seria um; na sociedade, seria outro. Não se pode exigir que o não-cristão se comporte como cristão, mas é lícito exigir que o cristão se comporte como cristão.

Por Elben M. Lenz César, Diretor-fundador da Editora Ultimato e redator da revista Ultimato onde o texto foi publicado originalmente.

E-mail: pi-projetoidentidade@hotmail.com